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Serra X Dilma: confirmado 5%

Postado por | Pesquisa | 17-03-2010 as 11:04

Do G1

Pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope divulgada nesta quarta-feira (17) sobre as intenções de voto para presidente da República aponta o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), com 35% da preferência do eleitorado, contra 30% da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) tem 11%. A senadora Marina Silva (PV-AC) aparece com 6%.

A diferença entre o governador e a ministra diminuiu de 21 pontos percentuais, no levantamento anterior, divulgado no início de dezembro, para cinco pontos agora. Em dezembro, Serra aparecia com 38% das intenções de voto, contra 17% de Dilma Rousseff, 13% de Ciro Gomes e 6% de Marina Silva.

MEMÓRIA TL: Sem querer parecer antipática, a blogueira faz o registro;  os leitores do TL tinham a informação que a diferença entre os principais candidatos à Presidência  seria de 5 pontos percentuais desde o último sábado.

Comentários (15)

  1. Muito bem Laurita, estes PTistas ficam fazendo propaganda enganosa e o povo repetindo:”Dilma já ultrapassou Serra”
    Calma gente, vamos escutar as noticias por quem fala a verdade

  2. Para quem desejar saber um dos motivos da derrota que o presidente Lula vai impor a oposição em Outubro, é só fazer fazer uma visita a loja do Atacadão na zona norte e observar nos carrinhos dos consumidores a variedades dos produtos antes inacessivel ao consumo das classes da base da piramide social, mas que hoje faz parte do seu dia a dia.
    É um retrato bem objetivo do crescimento e do avanço das varias camadas social ao consumo.
    O sociologo FHC não conseguiu enxergar o grande mercado interno do Brasil para fazer o país mudar e crescer, mas o operario de chão de fabrica Lula o fez com muita competencia.

  3. O que se observa é uma tendência,a medida que Dilma sobe ,o Serra cai,e a campanha propriamente dita ainda nem começou.41 % eleitorado desconhece a informação que Dilma é a candidata de Lula.Então……

  4. E lá vai ele de serra abaixo. RSRSRS

  5. Laurita, parabéns pelos números antecipados.
    Só quem tem credibilidade e competência consegue um furo nacional desse tipo.
    Quanto a pesquisa, cabe salientar que Serra só perde para Dilma no Nordeste (será que é por causa do bolsa família?…). Nas outras regiões, ele ganha da candidata do governo.
    Outro fato é que Serra ainda não declarou-se candidato e já tem mais de 1/3 do eleitorado e Dilma, candidata a um ano e exposta na mídia em pré-campanha, somente chega ao patamar histórico do PT, 30%.
    Creio que o PT não deve comemorar nem o PSDB entristecer.
    Muitas águas ainda vão passar por baixo das pontes…

  6. Os números por região:

    Nordeste: Dilma 39 X 25 Serra;
    Sudeste: Serra 40 X 25 Dilma;
    Norte: Serra 41 X 26 Dilma;
    Sul: Serra 36 X 34 Dilma;
    Centro-Oeste: Serra 41 X 26 Dilma.

    A analisar: a influência do bolsa família; a pré-campanha de Dilma a um ano; a não declaração de Serra que é candidato a presidente; os vices a serem escolhidos; os apoios nacionais e locais que terão o PSDB e o PT…

    O jogo ainda não começou. Está só no aquecimento.

  7. Sou nordestina, e mim orgulho de ser, só que não voto em Dilma, nem a pau.

  8. No seu caso, não foi antipática. A informação foi precisa e divulgada com antecedência, ou seja, tinha fundamento, fonte segura. Mas tem jornalista que se gaba desse tipo de coisa quase todo dia. Muitas vezes é, por coincidência, a concretização do puro achismo. Daí, o cara passa a se considerar uma mãe Dináh dos jornais. Insuportável!

  9. Agora vão dizer o q?? que a pesquisa foi feita fora do Brasil?? pois na penúltima(quando Dilma já começava a crescer) diziam que tinha sido feita só nas cidades administradas pelo o PT…sei não!!

  10. Sou nordestino e abcedista, com orgulho e não voto e não votarei em SERRA, nen com um feixe de paus.

  11. Ai meuuu Deuuussss !!!! Só tem maluco…. O cara se acha todo esperto e entendido e compara dois momentos distintos passados. Cara se FHC tivesse liberado o consumo naquela época quebraria o País, a inflação vinha sendo amortizada e domada voltaria com força total por conta do aumento da demanda. Cada coisa no seu devido tempo, “capice”… Também só poderemos ver claramente a disputa eleitoral quando serra assumir a campanha, começar os debates e etc… antes disso é só fanatismo e asneiras, pois temos hj apenas uma candidata.

  12. Querida Laurita, permita-me humildemente sugerir que vc elimine a pontuação que os leitores conferem aos comentários. Noto que o objetivo desvirtuou-se para quem é PT ou contra. Qualquer comentário contrário ao PT, DILMA e LULA recebe logo muitos ptos negativos. Lógico que o inverso tbém é praxe, então por fv acabe logo com isso !!!!

  13. Vamos aguardar a CNT/SENSUS, que foi a primeira a registrar em fevereiro, o empate técnico, quando o IBOPE dava 17 pontos de diferença.

  14. Quero lembrar a Nação Brasileira que para Administrar um residencia e cuidar da Educação, Saude e Segurança de sua propria residência exige competencia e dedicação. Portanto é injustiça e falta de conhecimento criticar o FHC sem ter o minimo e responsabilidade de conhecimento. Quando FHC assumiu o comando do Brasil era uma torbulência total, então os ingratos que hoje critica esquece que pegar uma casa arrumada e dar continuidade é muito fácil. Tente mudar os papeis e coloca o Lula primeiro e FHC depois seria amesma coisa pois ambas são dedicados e competentes para administrar o Brasil a diferença que FHC pegou pepino e abacaxi e deixou filé minhón para o Lula distribuir para a nação brasileira. Não critico o governo Lula mas comparar os governo de Lula e FHC teria que comparar FHC com Sarney e Collor também que hoje são aliados fieis a Dilma. Fanalizo dizendo digas com quem tu andas pra antes de criticar o proximo. Mas que a comparação de Governo tem que ser justa….. desde Sarney até Lula…. pois FHC é que deu o ponta pé inicial para mudar o Brasil com a Lei de Responsabilidade Fiscal 101/2000 que hoje tá refletindo com sucesso em cima de muitos politicos corruptos. Então digo sou Serra mas respeito com é Dilma. Abraço e que o povo brasileiro decida pois os dois são bons……

  15. JOSÉ SERRA X DIL MA – Quem é quem?‏

    Enviado por José Maria Pizarro

    O post abaixo é uma primeira versão de uma biografia comparada entre José Serra(PSDB-SP) e Dilma Rousseff(PT-RS), para ser espalhada pelos quatro cantos do Brasil. Não há nenhuma mentira neste levantamento de dados e fatos sobre a vida pública dos dois oponentes. Os Blogs pela Democracia tem o papel de colocar a verdade para o eleitorado médio, aquele que está longe dos blogs políticos. Precisamos, além do nosso trabalho dentro do nosso ambiente, transformar este tipo de post em e-mail, em corrente, em material para orkut, em informação para as redes sociais. Este é o nosso trabalho. Aprimorem esta comparação. Criem a sua própria. Levantem novos dados. O importante é confrontar os dois candidatos. Quando a campanha começar, boa parte do Brasil já vai estar conhecendo José Serra e Dilma Rousseff. Com capacidade de julgar e escolher o que é melhor para o Brasil.

    Aí vai, etapa por etapa, a vida dos dois:

    José Serra tem 68 anos, é paulista, filho de imigrantes italianos, o pai vendedor de frutas no Mercado Público, foi criado em uma pequena casa quarto e sala, geminada com outras 24, em São Paulo.

    Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante húngaro, rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis em Belo Horizonte, foi criada em um grande e espaçoso apartamento em Belo Horizonte.

    Somente quando chegou ao Científico, a família Serra mudou-se para um apartamento de dois quartos, alugado. Antes disso, moraram em uma pequena casa em rua de chão batido.

    Imóvel não era problema para a rica família Rousseff, que passava férias no Rio e em Guarapari. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupos terroristas dos quais participava, de onde saíam para praticar atentados, roubar e seqüestrar.

    No início dos anos sessenta, vinculado à política estudantil, Serra foi presidente da União Estadual de Estudantes, de São Paulo, e da União Nacional dos Estudantes, com apoio da Juventude Católica. Democrata, sempre usou o palanque e a tribuna como armas, jamais integrando grupos terroristas e revolucionários manipulados pelo comunismo internacional.

    Dilma, por sua vez, neste mesmo período, fazia política estudantil nas escolas mais burguesas de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso clássico e passou a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha, como o atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.

    Em 1964, Serra exilou-se na Bolívia e, posteriormente, na França, retornando ao Brasil em 1965, na clandestinidade. Ainda neste ano, foi para o Chile, onde ficou durante oito anos. Com a queda de Allende, foi para a Itália e, posteriormente, para os Estados Unidos. Teve uma vida extremamente produtiva no exílio, onde adquiriu sólida formação acadêmica, foi professor e consultor.

    Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda, iniciando a sua carreira como militante na luta armada. Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, onde militou até ingressar na universidade.

    Em 1967, Serra casou-se com a psicóloga e bailarina Sílvia Mônica Allende, com quem tem dois filhos e dois netos e continua até hoje casado.

    Dilma também casou-se em 1967, com o terrorista e guerrilheiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (”Aurelio”, “Lobato”). Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões em outros países, sequestrando um avião no Uruguai, por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo, com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.

    Serra interrompeu a sua formação acadêmica em função do exílio, que impediu que seguisse a carreira de Engenheiro. No entanto, no Chile, fez um mestrado em Economia e foi professor de matemática na CEPAL. Posteriormente, nos Estados Unidos, fez mais um mestrado e um doutorado na prestigiada Universidade de Cornell. Tem uma das mais sólidas formações na área no Brasil.

    Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA, Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.

    Serra permaneceu 10 anos longe do Brasil. Retornou em 1977, dois anos antes da Lei da Anistia, sendo um dos únicos que voltou sem nenhuma garantia de liberdade e ainda com os direitos políticos cassados.

    Enquanto isso, Dilma estava na clandestinidade, participando de ações armadas, recebendo treinamento para guerrilha no exterior, ministrado por organizações comunistas internacionais. Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro. Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.

    Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Neste ano, teve sua candidatura a deputado impugnada, sob a alegação de que ainda estava com os direitos políticos suspensos. Foi admitido como professor de Economia na UNICAMP, onde ficou até 1984.

    Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer o mestrado na UNICAMP e, depois, o doutorado. Durante anos, mentiu em seu currículo que tinha concluído os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos, que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.

    Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Planejamento do Estado de São Paulo.

    Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu.

    Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, com a maior votação do estado de São Paulo. Foi o deputado que aprovou mais emendas no processo da Constituinte: apresentou 208 e aprovou 130, uma delas criando o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Liderou toda a reformulação orçamentária e de planejamento do país, no período, que começaram a estruturar as finanças brasileiras, preparando-as para o futuro Plano Real.

    Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma: “ela não deixou sequer um relatório, e a secretaria era um caos.”

    Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiza Erundina, do PT, nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal com a maior votação em São Paulo.

    Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, pois não obedecia horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga, o presidente da Casa, à época.

    Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano Real, mesmo com idéias própria que o indispuseram, por exemplo, com Ciro Gomes. Neste ano, foi eleito senador por São Paulo, com mais de seis milhões de votos. Em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento.

    Em 1995, Dilma voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos, enquanto tentava acertar o seu “doutorado” na UNICAMP.

    Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde, criando os genéricos e o Programa de Combate a AIDS. Criou a ANS e ANVISA. Foi considerado, internacionalmente, como uma referência mundial em gestão na área.

    Dilma, em 1998, na cota do PDT, assume a Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho. Vendo que o partido de Brizola estava decadente, Dilma ingressou no PT.

    Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva.

    Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em engenharia nuclear e doutor em física, que coordenava o grupo de transição.

    Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo.

    Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, sendo saudada por ele como “companheira de armas e de lutas”, em memória aos tempos da guerrilha.

    Em 2006, Serra elegeu-se Governador de São Paulo, cargo que exerce até os dias de hoje. É o candidato natural da oposição à Presidência da República.

    De lá para cá, Dilma vem sendo imposta por Lula como a candidata biônica do PT à presidência da república. No dia 20 de fevereiro de 2010, foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.

    Fonte: internet

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