Rosalba busca apoio na sociedade civil

Postado por | Saúde | 05-07-2012 as 09:42

A governadora Rosalba Ciarlini teve a cautela de convocar representantes da sociedade civil para anunciar o plano emergencial sa saúde potiguar.

Depois de apresentar as principais medidas,  abriu espaço para que opinassem. Resultado positivo.

O Procurador Geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, garantiu o apoio do MP:

- “Recebemos com entusiasmo a iniciativa da governadora, acreditamos que essas medidas estruturantes vêm ao encontro com as expectativas da sociedade”.

 Elke Mendes Cunha, membro da Comissão Especial de Direito Sanitário e Saúde do Conselho Federal da OAB, propôs uma nota de apoio ao Governo do Estado de todas instituições. “

- Eu cheguei a declarar que a Saúde estava em greve; com essa iniciativa, estaremos apoiando o Governo do Estado.”

Agora, é esperar sair do papael. Com isso, certamente, o apoio mais importante de todos; o usuário da saúde pública do RN.

Comentários (14)

  1. Apoio à que? Não entendi…Será que já vai iniciar a campanha de 2014?

  2. Que me desculpe o senhor Manoel Onofre, mas não se trata de nenhuma “medida estruturante”, apenas de uma operação emergencial para socorrer um sistema que ameaça entrar em colapso.
    O apoio da Comissão da OAB é bem vindo, porem é lamentável que uma governadora espere acontecer à crise para tomar providencias quando a saúde deveria ter recebido a atenção devida desde os primeiros momentos da posse.
    Também lamento desapontar o senhor Elke Mende, pois justamente por falta de uma política seria de recuperação da saúde publica, este setor vai continuar em crise.
    Portanto, sugiro que a governadora em vez de se sair por ai ajudando prefeitos em campanha para preservar o poder, ponha-se a trabalhar e resolva os problemas para os quais recebeu os votos da maioria dos potiguares.

  3. A SOCIEDADE CIVIL JÁ APOIA!!!!!!!!!!!!!!COM IMPOSTOS!!!!!!!!!!!!!!!!MAS.O GOVERNO NÃO INVESTE CORRETAMENTE.

  4. O Ministério Público deveria estar mais preocupado, na qualidade de guardião da sociedade, em investigar os meandros do contrato celebrado com a MARCA. Será que o digníssimo MP foi chamado para referendar o supracitado contrato?

  5. Lamentável saber que, decretando a “calamidade pública na saúde” significa a assunção de suposta incompetência do governo em administrar as prioridades da sociedade contribuinte de impostos, bem como contratar e comprar sem licitação (esta, a quem interessa?). Celeridade? Somente promessas. É aguardar para ver. Somos espectadores e vítimas de promessas não cumpridas pelos governos. Sempre.

  6. A analise do jornalista Carlos Santos sobre esse assunto e bastante elucidativa, vejam

    Números provam que crise é falta de gestão

    Os números na administração Rosalba Ciarlini (DEM) não nos deixam mentir. O caso da crise infindável no governo não é de ordem financeira ou mesmo orçamentária. É de gestão, prioridade invertida.
    Com o decreto de “Calamidade na Saúde Pública do Estado”, publicado hoje no Diário Oficial, o governo passa por cima da obrigação de promover licitações e diz que pretende investir R$ 25 milhões em 12 hospitais estaduais. Isso significa uma média de pouco mais de R$ 2 milhões por hospital – como o Walfredo Gurgel (Natal) e o Tarcísio Maia (Mossoró).
    Para o Hospital Materno-Infantil de Mossoró Maria Correia (Hospital da Mulher), o governo contratou uma instituição privada sem concorrência alguma, a Associação Marca – por R$ 16,8 milhões e já pagou R$ 10,6 milhões -, por um período de apenas seis meses.
    A Associação Marca foi flagrada pelo Ministério Público e Justiça numa série de delitos, rapinando o erário, conforme levantamento inicial da chamada “Operação Assepsia”.
    Enquanto alardeia que despejará R$ 25 milhões em hospitais, o governo omite que programa investir algo em torno de R$ 24 milhões em propaganda, 120% a mais do que gastou no ano passado com essa rubrica orçamentária.
    Esse mesmo governo que decreta calamidade pública na saúde, já possui um excedente orçamentário de mais de R$ 240 milhões em 2012. Ou seja, há sobra de numerário.
    Os números não mentem e claramente são uma vergonha.
    Nota do Blog – Piora a situação a prática obsessiva da governadora de continuar olhando pelo ‘retrovisor’, culpando o passad0 por tudo que ocorre agora.
    Ela parece usar lentes do telescópio “Hubble” para conseguir tamanha façanha, aprofundando mais ainda as semelhanças entre sua gestão e à de Micarla de Sousa (PV), prefeita do Natal.
    A “micarlização” do Estado é uma realidade insofismável.

    Fonte= http://blogcarlossantos.com.br/numeros-provam-que-crise-e-falta-de-gestao/

  7. SERÁ QUE A GOVERNADORA DE MOSSORÓ ENTENDE QUE A SOCIEDADE DO RN. SE RESUME SÓ NO DR. MANOEL ONOFRE LOPES E NO DR. EIKE MENDES CUNHA?

  8. Sei não….!!!! mas tô achando o governo dos DEMOS no RN …parecido com o Genival Lacerda….e tome barriga…k
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  9. `É ausência total de gestão. Já estamos há um ano e seis meses desse desgoverno. Não dá para ficar olhando pelo retrovisor. O que foi pensado e planejado para esse desgoverno? Já está em andamento? Como? Decretando calamidade? Agora ? Não deveria ser no começinho do gov?

  10. Sem querer levantar qualquer tipo de suspeita, ou mesmo ser leviano, com o ilustre Procurador Manoel Onofre, homem sério e honesto, mas, para mim, não pega nada bem, neste momento, esse apoio do MP ao Governo, ainda que de forma meramente institucional, por três motivos singelos:

    - a Governadora acabou de assinar aumento para Promotores de Justiça;

    - o Procurador Geral bem conhece o estado de coisas na Saúde pública Estadual e municipal, basta conferir as operações recentes e conversar com os Procuradores e Promotores responsáveis pela investigação da saúde;

    - Por fim, e não menos importante, o Procurador Geral é o responsável por encaminhar atos criminosos da Governadora e Secretários de Estado aos órgãos competentes do Judiciário e MPF;

    Além disso, dar o seu aval institucional ao Governo pode ter um efeito – com certeza, inesperado pelo Procurador – de apoio político, quando, penso, o papel do MP seria meramente de fiscalizar e criticar o plano, se for o caso, não o de emitir notas e apoiar veladamente um governo que vem se notabilizando por imprimir um “choque” (vergonhoso) de gestão.

    Manoel Onofre é competente, sério e honesto, porém, pisou na bola nesse caso. Deveria ter mantido distância bem segura.

    Ademais, que apoio da sociedade civil é esse em que só o MP e uma advogada manifestaram seu apreço pelo plano? Acho que esqueceram do restante dos 98% do Estado, nessa hora. para variar.

  11. Essa analise de carlos Santos é uma verdadeira obra prima.

  12. DO JORNALISTA VICENTE SEREJO;

    O ESCESSO DE TOLERÂNCIA DO MP…COM A ATUAÇÃO DA MARCA EM MOSSORÓ…É UMA REALIDADE QUE HOJE DEIXA A ÁREA JURÍDICA EM ALERTA. AFINAL….ESSA NECESSIDADE DE ASSEPSIA EM NATAL…..É TÃO GRANDE QUANDO EM MOSSORÓ………

    VERDADE…JORNALISTA……..

    O MINISTÉRIO PÚBLICO É TÃO SOLIDÁRIO E TOLERANTE A ESSE DESGOVERNO ROSA MÁ DEMOS……………
    QUE……….O DESCONFIÔMETRO……….JÁ ESTÁ SENDO O COMENTÁRIO DO DIA…………POR ONDE SE ANDA……..

    ESQUISITO A POSIÇÃO DO MP………EM RELAÇÃO AO DESGOVERNO ROSA MÁ DEMOS………….

    O QUE É QUE ESTÁ HAVENDO?………….

  13. NO CEARA UMA COMUNIDADE SE ORGANIZOU E CAPITOU VARIAS INREGULARIDADE E TODO DIA VAO DEICHA NA CAZA DO GOVERNADOR E MOSTRANDO COMO FAZER

  14. QUIS DIZER; EXCESSO……….

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