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Quebrando o gelo
Postado por | Detalhes | 13-11-2009 as 10:33
Final de tarde de ontem, todos os caminhos do high natalense levavam a Afonso Pena. Desfile na Bagatelle ds grifes Lore e Nathi, que vem a ser das filhas da Senadora Rosalba Ciarlini e Lina Vieira e a segunda do presidente da AL, Natália Faria.
Durante o convescote a esposa do deputadoo Henrique Eduardo Alves, Priscila Gimenez passa o celular para a Senadora – e governadorável – do DEM. Era o deputado HA.
Se falaram sobre pesquisas, alianças ou política? Evidente que não. Apenas parabenizou a mãe da estilista.

Lorena e Rosalba Ciarlini com Priscila Alves






Laurita, havendo um rompimento entre o Robson e o sistema gorvenista quem sae perdendo ?
Dra. Anita……desculpe a intromissão….mas…… quem perde……..ninguém…sabe…porém….é mais ……perfume em todos os jardins…………….
Ainda no campo do gelo, talvez a saída para Lina sair do gelo em que se encontra na RFB, seja o sucesso da ROSA em 2010. Através da filha poderia ser reconduzida à Secretaria da tributação do Estado. Pasta que lhe deu visibilidade e muitos holofotes, dentre outros muitos pontos positivos, prá ela, obviamente.
Mantendo a tradição norte-riograndense de sempre manter no poder o grupo familiar, as moçoilas também são candidatas a algum cargo político?
De fato. pelo que se viu na entrevista do Secretário da tributação, parece-me que o sucesso da arrecadação do Estado não se devia a presença de Lina à frente da pasta, e sim ao corpo técnico da própria casa. É que quando Lina deixou o cargo na SET por duas vezes, a arrecadação subiu com vento e polpa. Já quando assumiu a direção de sua própria casa (RFB), a receita caiu vertiginosamente, culminando com sua exoneração do cargo tão sonhado.
Imagino que a herdeira de Lina terá muitas dificuldades para pavimentar a estrada da volta ao poder de sua genitora. Primeiro, porque depois do episódio Dilma, ficou patente que lina não tolera sair da giroflex. Quando está na cadeira sua boca é um túmulo. Ao primeiro sinal de perda do trono, transforma-se numa giratória, pondo em risco o governo ao qual serviu. Então, imagino que dificilmente um chefe de executivo lhe confiará qualquer cargo de confiança. Segundo, porque como bem alertou a colega Mariana Francineide, a Dra. não é sinônima de eficiência como se imaginava num passado bem recente.