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Monopólio de Dilma não colou
Postado por | Imprensa Nacional | 13-08-2010 as 13:19
Deu na Folha de São Paulo
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu ontem derrubar a “verticalização” da propaganda eleitoral, que havia sido imposta pelo próprio tribunal no final de junho.
Os ministros entenderam que um candidato à Presidência e o próprio presidente Lula podem participar de programas de rádio e TV de candidatos a governador ou senador de seu partido, mesmo que eles estejam unidos regionalmente com partidos rivais em nível nacional.
Dos 7 magistrados do TSE, 4 também possibilitaram que os presidenciáveis, além do próprio presidente, participem dos programas de candidatos adversários na disputa ao governo de Estado quando seus partidos estão ligados nacionalmente.
É o caso, por exemplo, da Bahia, onde o PT é rival do PMDB, partidos que compõem a chapa de Dilma Rousseff à Presidência.
Lá, o petista Jaques Wagner disputa a eleição com o peemedebista Geddel Vieira Lima. Pela decisão do TSE, Dilma poderá aparecer, se quiser, tanto nos programas de rádio e TV de Wagner, como nos de Geddel.
TL COMENTA: Enquanto isso, o Governador Iberê Ferreira de Souza ingressou com ação na Justiça para impedir as presenças de Lula e Dilma no programa de Carlos Eduardo Alves. Integrantes da base aliada como o PT e o PMDB do H não concordam com a exclusão. Pelo contrário, defendem a teoria – quanto mais palanque eletrônico para Dilma, melhor.






Desse modo, o candidato Iberê trabalha contra a candidatura de Dilma, pensando apenas no seu benefício próprio. Parece que aprendeu rápido com a madrinha Wilma.
O Bora….tá errado……tem que deixar…..aquela “bola de ouro”………….aparecer…kkkkkkkkkkkkkkkkk
Papel feio o de colocar mentiras em pesquisa para prejudicar adversários e confundir o eleitor. Isso é a cara da candidata Wilma.
Fosse mais racional o grupo de Iberê e a pelota seria menos maltratada. Que vivalma não sabe da estratosférica rejeição do PT natalense? Nem mesmo a estratégia de colar Fátima Bezerra à imagem e semelhança do presidente Lula funcionou por aqui nas últimas eleições. Deu chabu duplamente, com Micarla eleita logo no primeiro turno. (Antes Miguel Mossoro, mas isso é outro papo.)
Incomparavelmente melhor avaliado nas pesquisas qualitativas, Carlos Eduardo tem hoje muito mais credibilidade para pedir votos para Dilma do que o PT local. Diga-se, a bem da verdade, até mesmo o ex-presidiário Lauro Maia.