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Missões impossíveis
Postado por | Política local | 11-03-2010 as 12:28
Nas páginas do dia, o assunto é recorrente; o que pode e o que não pode nas eleições de 2010. Coligar na cabeça e liberar embaixo ou livrar a majoritária e casar nas proporcionais? Eis a grande questão. Missões possíveis e nem tanto assim..
Letrinhas e ideologias(?) para todos os lados. Na realidade local, a pimenta vem do PMDB; PM para um lado e DB para o outro. Sem dúvida, um complicador. Se não mais para os protagonistas, para o eleitor e observador da cena.
O DEM fez consulta ao TSE para questionar se é possível a fórmula: solteirice na majoritária e casamentos na proporcional. O TSE diz que não.
O PMDB do Rio Grande do Norte vai arriscar. Confia no aval do jurista Paulo de Tarso Fernnades e em outros entendimentos nos próprios tribunais. Uma engenharia e tanto!
Hoje, o deputado João Maia em entrevista ao Novo Jornal declara que o problema do PMDB “é deles, não meu..”. E já fez sua opção, caso a Justiça proíba a coligação com o partido do já aliado Henrique Alves na proporcional: fará aliança com o PSB.
“Henrique terá que trazer Garibaldi para o palanque dele.”
“Legislação e legalismos a parte, a condição posta pelo deputado João Maia é, no mínimo, difícil. Gari já disse e repetiu para todo o Rio Grande do Norte ouvir sua opção nas eleições de 2010.
Mais. Disse que ficará com a candidatura de Rosalba Ciarlini ao Presidente Lula.
Por que, agora, acreditar ou impor que o Senador do PMDB reveja seus conceitos? E por que não o contrário? Terá JM colocado Henrique nas escadas do palanque de Rosalba? Assim como já o fez com o deputado Robinson Faria num passado recente… A saber.







Um verdadeiro absurdo a forma banal como são tratados os partidos no Brasil assemelhando-se mais à feira do Alecrim em um dia de sábado. Todos esses conchavos, esse toma lá da cá, em síntese, essa forma pessoal e interesseira de tratar a política está a exigir, não é de agora, uma reforma política. Isso nunca foi coligação e sim avacalhação. Talvez um time de futebol tenha mais ideologia do que esses partidos que só servem para consumir verbas públicas e nada mais.
Definitivamente, o nó górdio que ensejou toda essa discussão e confusão partidária partiu da absolutamente inesperada posição política do Senador Garibaldi Alves.
Desde o instante que Garibaldi foi obrigado a ir diretamente ao Presidente Lula dizer olho no olho que não faria esteira para Wilma de Faria e seu PSB, instalou-se um tal nível de incredulidade e torpor entre próceres partidários, que até agora não se achou uma solução minimamente razoável para se celebrarem coligações que tenham qualquer possibilidade de prosperar, seja no aspecto eleitoral ou legal.
Diz a lenda que, aquele que conseguir desatar o nó górdio, será o Senhor do Mundo. Quem terá esse condão? João Maia, Henrique Alves, Iberê, Wilma…
A posição atual projeta um voto peemedebista que pode se chamar de “Dilalba”, misturinha de Dilma e Rosalba que é tudo que o Senador Garibaldi quer que o seu eleitor assimile e referende nas urnas.
João Maia que se cuide é alma nova no estado, HENRIQUE TEM HISTORIA, TEM VOTOS
Henrique Eduardo Alves tem o condão