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Esqueleto vivo
Postado por | Imprensa Local | 09-07-2010 as 11:41
Deu no Novo Jornal
Mais conhecido como Hotel da BRA, o Natal Praia Resort deverá ter suas obras retomadas em breve. A afirmação partiu do secretário municipal de turismo, Francisco Soares Júnior.
O imóvel, que fica na Via Costeira, começou a ser construído no final de 2004 e está embargado desde julho de 2005, quando a Semurb,em decisão administrativa, suspendeu as obras sob o argumento de que ela ia de encontro à legislação ambiental por apresentar altura superior a 15 metros em relação à rodovia, bloqueando a vista para a praia.
Agora, segundo Soares Júnior, a fase é de negociação. A ideia é dar continuidade à construção o mais rápido possível, ainda esse ano. “O advogado do grupo disse que o processo estava bem encaminhado e que seria resolvido daqui para agosto. A BRA aceitou pôr abaixo um dos pavimentos, atendendo assim à exigência da Semurb, e ficando apenas três andares acima do nível da Via Costeira. Vamos formalizar tudo com a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta”.
Porém, segundo o Ministério Público Federal, será necessária ainda a elaboração de um estudo de impacto ambiental antes que a Semurb conceda a licença que permitirá a conclusão do hotel.
Caso os investidores do empreendimento realmente decidam pela demolição do último pavimento, será o ponto final de uma – polêmica – guerra trago, a gestão do ex-prefeito Carlos Eduardo alegou que o grupo havia apresentado inicialmente um projeto completamente diferente do que foi executado na prática, indo de encontro à lei que prevê a preservação da paisagem e da vista para a praia.
Uma vez retomadas as obras, a previsão é de que o hotel seja concluído dentro de um ano e meio. Será um dos maiores de Natal, com mais de 400 quartos.







Ai vai rolar a festa…Aguardem
Se a quetão era um adar a mais, porque não proporam isto antes? Ou será que voi negociado um andar do hotel, aexemplo do novohotel, para ser mais uma secretaria? Será que é a SEMSUR que vai para o hotel da BRA?
A demolição será um erro maior. O valor do terreno para permitir a construção de três pavimentos deve ser algo próximo a R$ 2.400.000,00, correspondendo, portanto a R$ 800.000,00 por pavimento. A empresa pagaria essa diferença em obras para a prefeitura, construindo creches, escolas, postos de saúde ou qualquer outras que atendam às necessidades da comunidade. Afinal, ,não é o quarto andar que tira a vista da paisagem e sim os três andares inferiores.
talvez a obra der continuidade,, quem sabe a borboleta nao aluga esse andar polemico para ser a sede da secretaria de meio ambiente do municipio..esse povo só gosta de hotel e luxo mesmo….talvez lá eles refresque mais as cabecinhas!!!!