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Denúncia “esquenta” audiência do CNJ
Postado por | Justiça | 22-02-2010 as 22:53
A manhã dos operadores do Direito foi animada aqui na capital potiguar.
Dia de audiência púbica para debater o Judiciário do Rio Grande do Norte. Presença do CNJ, incluindo o corregedor do Conselho, Ministro Gilson Dipp.
No momento reservado para a participação do plateia um senhor de nome Ismael Siqueira declarou sua indignação como parte processual numa lide originada em Mossoró.
Com uma maleta de documentos em mãos demonstrou ser vítima da morosidade da Justiça do Estado motivada por uma disputa judicial pela posse de um imóvel.
O mais grave da denúnicia foi a revelação que entregou dois cheques a um determinado magistrado para ver seu processo despachado – de nome não identificável.
Visivelmente emocionado, o senhor foi encaminhado para uma sala instalada para receber denúncias individuais.
Ainda não se sabe se a notícia bomba é verossímil.







Laurita,
Será que vai ficar só por ai? se vasculharem tem muito mais coisa para ser descoberta nos bastidores dos podres poderes, parafraseando Caetano, nos escaninhos da Justiça do nosso sofrível Rio Grande do Norte. Isso não representa nada do que esperamos que seja descoberto pelo CNJ!!!!
Simplis demais, e so ver o padrao de vida que muitos dos magistrados esnobam. Tem deles que possuem inumeras fazendas, caros de luxo valendo mais que 150 mil e por ai vai. Ah! Sem contar que nao resistem aos assedios sociais.
vasculhei o site do TJ, digitando ISMAEL SIQUEIRA; nota-se que este senhor, se for o mesmo que consta no site da Corte, tem NOVE processos judiciais, sendo réu, em alguns deles.
Comparado aos demais cidadãos, o ilícito cometido por um magistrado deveria ter uma agravante no que tange ao apenamento. Isto porque esses operadores do direito conhecem a fundo a legislação e ao cometerem o crime podem usar toda a estrutura legal a seu favor para não deixar vestígios. Por mais precaução que este senhor tenha tomamdo, se ocorreu de fato a compra do juiz, ele jamais conseguirá provar a sua culpa, justamente porque estes senhores togados contam com o forte corporativismo da classe e outros benefícios conseguidos em causa própria. Mais uma vez repito, é preciso rever tanto poder delegado a essa classe de funcionários públicos, pois do que jeito que está acaba em abusos.
Se essa denúncia for realmente verdadeira o tal Juiz não pode ficar na impunidade de maneira nenhuma.
Marcus, não há nenhum problema em ser réu em uma ação. E, no caso concreto, o referido senhor é réu em duas ações cíveis. Menos grave, portanto.
É simples, entenda: existe o autor e existe o réu. Estas são as designações que o Código de Processo Civil utiliza.
O juiz joga a moedinha e dá ganho de causa para um ou outro, de acordo com o resultado “cara” ou “coroa”.
Às vezes o réu ganha. Em outras ele perde.
Simples como respirar!!!
Ta certíssimo Carlinhos!É so verificar a medida da renda
do cidadão,funcionário público ou não,e ver se ela cobre
direitinho o seu patrimônio e padrão de vida.Simples né
não?Acontece que na matemática do poder 2+2 nunca
são 4,como para nós “pobres mortais”,chegando algumas
vezes a resultados exorbitantes.Talvez pelo milagre bíbli-
co da multiplicação.Quem sabe esta casta não é ungida
por poderes divinos?
Antigamente, eu acreditava que a JUSTIÇA era EXATA, como a matemática. Quebrei a cara. Sou Pdvista e como os demais, entrei com uma reeinvicação de 2/3 de uma previdência que fazia parte. Como fui uma dos primeiros a acionar na justiça, sou talvez o único que até hoje não recebeu. Cheguei até a juntar cópias de sentença favorável a outros colegas mas como dizem “cada juiz ou cabeça é uma sentença”, fui informado que meu pedido será negado. Ai faço uma pergunda: COMO SENTENCIAR FAVORÁVEL A UNS E NEGAR A MESMA CAUSA A OUTROS?
Fatos estranhos ocorrem no Judiciário do RN. Alguns anos atras movi uma ação indenizatória contra um antigo shopping da cidade, haja visto que objetos e pertences foram furtados dentro do estabelecimento. Acionei o Juizado de pequenas Causas e no decorrer do processo desci da condição de autor para RÉU. Inconformado ingressei na Justiça Comum e para minha surpresa referendaram o veridito anterior!!!! Bem ficou na lembrança a empatia entre a jovem advogada do shopping e a Sra Exma. Juiza de Direito na audiência para ouvir as testemunhas…..