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CNJ e o Foliaduto
Postado por | Imprensa Nacional | 05-03-2010 as 10:29
Da coluna de Cláudio Humberto
Começa a andar o processo do escândalo potiguar do Foliaduto, que completou 4 anos no carnaval, depois de uma auditoria do Conselho Nacional de Justiça no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Em 2006, R$ 2 milhões foram pagos por shows que não ocorreram.
A juíza Ada Galvão, da 5ª Vara, mandou citar Carlos Alberto de Faria, irmão da governadora Wilma de Faria, mas isso só foi feito um ano depois.
DO TL: Justiça seja feita. Antes do “São” CNJ, a imprensa potiguar merece seus louros. O Novo Jornal denunciou o quarto aniversário do engavetamento do escândalo e através de sua reportagem informou aos representantes do Conselho Nacional de Justiça. Os registros não deixam mentir, nem omitir…






HOMENS E MULHERES!!!….JUVENTUDE DECENTE DO RN, VAMOS FAZER A JUSTIÇA COM OS NOSSOS PRÓPRIOS DEDOS…NA HORA DE CONFIRMAR….. CORRIJA PELO AMOR DEUS SE A SUA INTENÇÃO É VOTAR EM QUEM ROUBA OU DEIXA ROUBAR…
Não resta dúvida que esta leniência, para dizer o mínimo, do Poder Judiciário favorece a deslavada corrupção no país. Mas ontem, aqui em Brasília, a população assistiu a uma leve manifestação de justiça, quando o governador Arruda teve seu pedido de habeas corpus negado e vai continuar preso até o fim do processo de corrupção. Na relatoria não estava o senhor Gilmar Mendes e sim o ministro Marco Aurélio. Porém, tal decisão não teve nada de extraordinário. Qualquer rábula com curso de direito por correspondência negaria o pedido por motivos óbvios. Embora prometendo ficar fora do governo até o fim do processo se acaso fosse solto, mesmo assim, a perspectiva de poder seria o suficiente para que Arruda, já reincidente, continuasse subornando testemunhas com promessas futuras. A defesa pedia a soltura porque o governador prometeu dessa vez não atrapalhar, mas Justiça não é igual a grupo escolar que o aluno promete se comportar e sai do castigo. Além disso, a palavra de Arruda e risco n’água é a mesma coisa. Mas não se animem, ainda falta muito para vermos bandidos travestidos de benfeitores sociais pagando pelos seus crimes. Casos como este da Operação Impacto, Foliaduto e Operação Higia e outros tantos, fazem crer que “São CNJ” ainda terá muito trabalho pela frente. Ontem a Rede Globo noticiou mais um caso de uma família de magistrados no Espírito Santo brigando por uma propina, como hienas disputando uma carniça.
A imprenssa tem este fantástico poder.É verdade.Pena que
são muitos,os na follha de pagamento dos governos,editan-
do o que lhes são mandados.Isto é mais agudo nos estados
e municipios mais pobres,onde os principais anunciantes
são justamente os governos,e carregam muito mais na fi-
gura do governante em detrimento ao tôdo.É fato!
Realmente o pequenino como dizem os adversarios do NOVO foi quem “cotucou” e o caso vai andar. Jornalismo é para isto
O absurdo, cara Laurita, foi ler várias críticas ao Novo Jornal por ter realizado aquela excelente matéria, como se fosse algo requentado.
Temos que agradecer o surgimento do Novo Jornal (embora ainda engatilhando) ele está nos dando oportunidade de saber muitas coisas que os GRANDES não divulgam
Dá-lhe Cassiano Arruda….
Pedro Cabral, digamos que o Novo Jornal está engatinhando engatilhado, fica melhor assim concorda? Mas você tem razão liberdade de expressão é fundamental, e o papel da mídia é imprescindível para a consolidação e o crescimento da democracia.
Laurita sua linha ERA bastante parecida com a linha do paizão, não sei se estou errado, porém estou lhe achando mais light . O que aconteceu?
Mais feliz…mais alegre….mais de bem com o mundo?
Torço por voce, agora lhe asseguro : voce continua a melhor blogueira, escreve flutuando…bom abir todos os dias o cp e saber por voce do que realmente está acontecendo
Imparcial o Novo Jornal não tem NADA, todos nos norteriograndenses sabemos da posição politica de Cassiano e vc Laurita, embora isso não seja absurdo nenhum, afinal somos do lado politico que quizermos, estamos em uma democracia. Certos comentarios pra mim não diz nada . . . . abraços
Quem falou em imparcialidade aqui, Fernando?
Registrei o eco do NJ. Nada além.
L.
Incrível como os assuntos são desviados. O tema a ser discutido é o desvio de dinheiro público ou a posição política de Laurita?
Não quero saber se é ou não imparcial, o fato é que as matérias do Novo Jornal, além de divulgar informações verdadeiras, possibilitaram que a sociedade passasse a tomar conhecimento do estágio em que se encontram os processos sobre os escandalos da administração Wilma Maia. O CNJ, teve sua participação evidentemente mas, se a imprensa continuasse silente, os processos continuariam e-n-g-a-v-e-t-a-d-o-s. Essa é a verdade. Cabe a partir de agora, à sociedade, provocar a imprensa sempre que observar o esquecimento dos c-a-s-o-s. Só para esclarecer, qualquer cidadão tem acesso, via internet, ao andamento dos processos que não correm em segredo de justiça, é só conferir e entrar nos blogs que dão espaço.
Tenho certeza que esse blog é sério sem desmerecer os “outros”.
Obrigado por respeitar o contraditório, que não inibe as opiniões, que não usa de instrumentos de interesse subalterno do governo para impor seus pensamentos. Os blogs não têm dono, dono é o povo que dela é beneficiado. Ele é aberto ao dialogo!!
Como critico que sou, não tinha sequer o direto de minhas publicações serem visualizadas em outros “blogs”, onde a liberdade de expressão é garantida. Geralmente alguns dedos não se deixavam publicar meus comentários.
Onde meu único objetivo como economista que sou, é sempre mostrar o caminho certo do desenvolvimento, sem criticar pessoas, é sim a forma de gestão política atrasada que temos no RN.
Cara Laurita
Como tem cheleleu nesse grande RN, a verdade tem que ser dita e estamos conversado, temos que requentar mesmos esses aproveitadores de nosssos IMPOSTOS usados criminosamente em carnavais virtuais com nosso dinheiro.
Lauita, voce deveria ter colocado um (sic) após o quizermos de Fernando. Quanto a mim, estou gostando para mais da conta do Novo Jornal. Espero que venha mais chumbo grosso daqui pra frente.
Geraldo.