
O Conselho Político surgiu há cerca de um mês com interpretações distintas para os próprios integrantes.
A Governadora Rosalba Ciarlini, por exemplo, entendeu que a motivação seria política em sentido restrito; fazer alianças partidárias para enfrentar as eleições municipais.
Começou a citar a sua querida Mossoró como primeira preocupação de tal cúpula pensante.
Já as declarações do demais conselheiros – Garibaldi Filho, José Agripino, Henrique Alves e João Maia – apontavam para outra direção, o do compartilhamento do poder, até então(?) centralizado e isolado nas mãos do casal Carlos Augusto e Rosalba Ciarlini.
Reuniões vão e vem, com o todo ou em parte a assume-se o compromisso de pensar junto caminhos e saídas para o Rio Grande do Norte.
Nomes são queimados, uma degola concretizada, outros mirados … resistem. No final, o conselho fala, a governadora determina, age, nomeia e exonera.
Conselho é mesmo para … aconselhar. Escutar e atender sugestões são outros 500. É preciso se convencer. Mais. É preciso querer.
E na maioria das vezes se quer o que já estava escondido lá no âmago do aconselhado. A voz exterior serve para carimbar, autorizar uma atitude.
Até agora, o tal conselho não emplacou ideia, projeto ou nome para a nova cara do Governo Rosalba. Talvez consiga com a indicação de Carlos Augusto Rosado para o gabinete civil.
Foi o Conselho que quis, uma forma de formalizar e assumir a força legítima do marido da Governadora em relação às decisões do Estado.
Se o nome de Carlos Augusto for confirmado no Diário Oficial, o conselho emplaca sua primeira – e talvez única – sugestão.
Porque, como dito, a força do conselho vem do aceite e legitimação da Governadora Rosalba; ela e seu travesseiro, ela e sua conciência, ela e Deus, ela e …